Do Yoga, uma parte bastante conhecida aqui no Ocidente são os ásanas, os exercícios físicos. Praticar Yoga virou sinônimo de adquirir um excelente preparo físico. E, de fato, a prática regular de ásanas propicia bom tônus muscular, dá força e alonga. Em função desse excelente trabalho muscular, Yoga vem sendo indicado por médicos no tratamento e prevenção de muitas doenças, principalmente aquelas relacionadas a problemas posturais e articulares.Yoga também é associado a relaxamento. Neste mundo tão desgastante em que vivemos, cheio de desafios a serem superados diariamente, muitos, freqüentemente, têm vivenciado sintomas de estresse. Nos casos mais graves, o acompanhamento médico é essencial. E é a própria Medicina que vem atestando e recomendando Yoga para diminuir o grau de ansiedade e nervosismo. Simplesmente pelo fato de que, ao perceber a respiração, já temos uma diminuição no estresse. Através de exercícios específicos de relaxamento, Yoga tem se mostrado muito eficiente neste assunto. Assim, temos aí dois bons motivos para as pessoas praticarem Yoga: obter saúde física e psicológica.Há também um outro grupo: são aqueles que buscam desenvolvimento espiritual. Yoga contém um conjunto de valores que orientam o praticante, dando-lhe segurança para agir dharmicamente no mundo.Há também os que fazem Yoga sem motivo aparente. Perguntei uma vez a uma aluna: por que você quer fazer Yoga? Ela me respondeu com um sorriso: porque eu gosto.Talvez essa tenha sido a resposta mais sábia que ouvi até hoje. Enfim, seja qual for o motivo, Yoga faz bem e incentivo que todos pratiquem. FIQUE ZEN
Então, ao amanhecer, vários bhikkhus se vestiram e tomando as suas tigelas e os mantos externos foram para Savatthi para esmolar alimentos. Então, eles pensaram: “Ainda é muito cedo para esmolar alimentos em Savatthi. E se nós fossemos até o parque dos errantes de outras seitas,” e assim eles foram até o parque dos errantes de outras seitas e ao chegar os cumprimentaram. Quando a conversa amigável e cortês havia terminado, eles sentaram a um lado. Os errantes lhes disseram:
“Amigos, o contemplativo Gotama ensina o Dhamma aos seus discípulos deste modo: ‘Venham, bhikkhus, abandonem os cinco obstáculos, as corrupções da mente que enfraquecem a sabedoria e desenvolvam corretamente os sete fatores da iluminação.’ Nós também ensinamos aos nossos discípulos deste modo: ‘Venham, amigos, abandonem os cinco obstáculos, as corrupções da mente que enfraquecem a sabedoria, e desenvolvam corretamente os sete fatores da iluminação.’ Qual é então a distinção, amigos, qual é a variação, qual é a diferença entre o ensinamento do Dhamma do contemplativo Gotama e o nosso, entre as instruções dele e as nossas?”
Então, aqueles bhikkhus nem aprovaram nem desaprovaram as palavras dos errantes. Sem dizer isto ou aquilo eles se levantaram dos seus assentos e foram embora, pensando: “Devemos entender o significado dessas palavras na presença do Abençoado.”
Depois de terem esmolado alimentos em Savatthi e retornado, após a refeição, eles foram até o Abençoado e depois de cumprimentá-lo sentaram a um lado e relataram o que havia ocorrido. [O Abençoado disse:]
“Bhikkhus, os errantes de outras seitas que assim falam devem ser questionados da seguinte forma: ‘Amigos, quando a mente se torna letárgica, o desenvolvimento de quais fatores da iluminação é inoportuno nessa ocasião e o desenvolvimento de quais fatores é oportuno nessa ocasião? Então, amigos, quando a mente fica excitada, o desenvolvimento de quais fatores da iluminação é inoportuno nessa ocasião e o desenvolvimento de quais fatores é oportuno nessa ocasião?’ Sendo questionados dessa forma, os errantes de outras seitas fracassarão na exposição desse assunto, e mais ainda, eles se meterão em dificuldades. Por que isso? Porque não é o território deles. Bhikkhus, eu não vejo ninguém no mundo com os seus devas, Maras e Brahmas, esta população com os seus contemplativos e brâmanes, seus príncipes e povo, que pudesse satisfazer a mente com uma resposta a essas questões, exceto o Tathagata ou os seus discípulos, ou alguém que tenha aprendido com eles.
(I. A mente letárgica: inoportuno)
“Numa ocasião, bhikkhus, em que a mente ficar letárgica, é inoportuno desenvolver o fator da iluminação da tranqüilidade, o fator da iluminação da concentração e o fator da iluminação da equanimidade. Por qual razão? Porque a mente está letárgica, bhikkhus, e é difícil estimulá-la com essas coisas.
“Suponham, bhikkhus, que um homem queira fazer com que um pequeno fogo se incendeie. Se ele adicionar capim molhado, estrume de vaca molhado e madeira molhada naquele fogo, espirrar água e espalhar terra sobre ele, seria esse homem capaz de fazer com que aquele pequeno fogo se incendeie?”
“Não, venerável senhor.”
“Da mesma maneira, bhikkhus, numa ocasião em que a mente ficar letárgica, é inoportuno desenvolver o fator da iluminação da tranqüilidade, o fator da iluminação da concentração e o fator da iluminação da equanimidade. Por qual razão? Porque a mente está letárgica, bhikkhus, e é difícil estimulá-la com essas coisas.
(II. A mente letárgica: oportuno)
“Numa ocasião, bhikkhus, em que a mente ficar letárgica, é oportuno desenvolver o fator da iluminação da investigação dos fenômenos, o fator da iluminação da energia e o fator da iluminação do êxtase. Por qual razão? Porque a mente está letárgica, bhikkhus, e é fácil estimulá-la com essas coisas.
“Suponham, bhikkhus, que um homem queira fazer com que um pequeno fogo se incendeie. Se ele adicionar capim seco, estrume de vaca seco e madeira seca naquele fogo, soprá-lo e não espalhar terra sobre ele, seria esse homem capaz de fazer com que aquele pequeno fogo se incendeie?”
“Sim, venerável senhor.”
“Da mesma maneira, bhikkhus, numa ocasião em que a mente ficar letárgica, é oportuno desenvolver o fator da iluminação da investigação dos fenômenos, o fator da iluminação da energia e o fator da iluminação do êxtase. Por qual razão? Porque a mente está letárgica, bhikkhus, e é fácil estimulá-la com essas coisas.
(III. A mente excitada: inoportuno)
“Numa ocasião, bhikkhus, em que a mente ficar excitada, é inoportuno desenvolver o fator da iluminação da investigação dos fenômenos, o fator da iluminação da energia e o fator da iluminação do êxtase. Por qual razão? Porque a mente está excitada, bhikkhus, e é difícil acalmá-la com essas coisas.
“Suponham, bhikkhus, que um homem queira apagar uma grande fogueira. Se ele adicionar capim seco, estrume de vaca seco e madeira seca naquele fogo, soprá-lo e não espalhar terra sobre ele, seria o homem capaz de apagar aquela grande fogueira?”
“Não, venerável senhor.”
“Da mesma maneira, bhikkhus, numa ocasião em que a mente ficar excitada, é inoportuno desenvolver o fator da iluminação da investigação dos fenômenos, o fator da iluminação da energia e o fator da iluminação do êxtase. Por qual razão? Porque a mente está excitada, bhikkhus, e é difícil acalmá-la com essas coisas.
(IV. A mente excitada: oportuno)
“Numa ocasião, bhikkhus, em que a mente ficar excitada, é oportuno desenvolver o fator da iluminação da tranqüilidade, o fator da iluminação da concentração e o fator da iluminação da equanimidade. Por qual razão? Porque a mente está excitada, bhikkhus, e é fácil acalmá-la com essas coisas.
“Suponham, bhikkhus, que um homem queira apagar uma grande fogueira. Se ele adicionar capim molhado, estrume de vaca molhado e madeira molhada naquela fogueira, espirrar água, e espalhar terra sobre ela, seria esse homem capaz de apagar aquela grande fogueira?”
“Sim, venerável senhor.”
“Da mesma maneira, bhikkhus, numa ocasião em que a mente ficar excitada, é oportuno desenvolver o fator da iluminação da tranqüilidade, o fator da iluminação da concentração e o fator da iluminação da equanimidade. Por qual razão? Porque a mente está excitada, bhikkhus, e é fácil acalmá-la com essas coisas.
“Mas a atenção plena, bhikkhus, eu digo é sempre benéfica.”
A própria vida é o mais alto precioso de todos os tesouros do universo. Mesmo os tesouros do universo inteiro não podem igualar ao valor de uma única vida humana. A vida é como uma chama, e o alimento como o óleo que lhe permite queimar.
NAMASTÊ!!!!
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco. Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então? Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.
A Alma é ExteriorA alma, ao contrário do que tu supões, a alma é exterior: envolve e impregna o corpo como um fluido envolve a matéria. Em certos homens a alma chega a ser visível, a atmosfera que os rodeia tomar cor. Há seres cuja alma é uma contínua exalação: arrastam-na como um cometa ao oiro esparralhado da cauda - imensa, dorida, frenética. Há-os cuja alma é de uma sensibilidade extrema: sentem em si todo o universo. Daí também simpatias e antipatias súbitas quando duas almas se tocam, mesmo antes da matéria comunicar. O amor não é senão a impregnação desses fluidos, formando uma só alma, como o ódio é a repulsão dessa névoa sensível. Assim é que o homem faz parte da estrela e a estrela de Deus.
Bom dia!!! Hoje vamos combinar de deixar o dia ser perfeito do começo ao fim del...e? È pois muitas vezes nós mesmos nos sabotamos com nosso pessimismo,mal humor,Hoje voltar a ser criança é a palavra de ordem ok?
Uma menininha, diariamente, vai e volta andando até a escola. Apesar do mau tempo daquela manhã e de nuvens estarem se formando, ela fez seu caminho diário. Com o passar do tempo, os ventos aumentaram e junto os raios e trovões. A mãe pensou que sua filhinha poderia ter muito medo no caminho de volta pois ela mesma estava assustada com os raios e trovões. Preocupada, a mãe rapidamente entrou em seu carro e dirigiu pelo caminho em direção à escola. Logo ela avistou sua filhinha andando, mas, a cada relâmpago, a criança parava, olhava para cima e Sorria !!!. Outro e outro trovão e, após cada um, ela parava, olhava para cima e Sorria !!! Finalmente, a menininha entrou no carro e a mãe curiosa foi logo perguntando: -"O que você estava fazendo" A garotinha respondeu: -"Sorrindo! Deus não pára de tirar fotos minhas!!"
Deixemos que toda inocência floresça em nossos corações para podermos ver a bela e real felicidade que está nos momentos de simplicidade...