Oh, Minha Senhora e também minha mãe Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós. E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.
Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca Tudo o que sou, desejo que a vós pertença Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me, Como filho e propriedade vossa, Amém Como filho e propriedade vossa, Amém. Oh, Minha Senhora e também minha mãe Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós. E em prova da minha devoção, eu hoje vos dou meu coração.
Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca Tudo o que sou, desejo que a vós pertença Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me, Como coisa e propriedade vossa, Amém Como coisa e propriedade vossa, Amém.
* dedicado à todas as mães do mundo inteiro que tem amor incondicional pelos seus filhos!
AMÉM
As emoções não surgem aleatoriamente, mas através de causas específicas. E cada uma delas imprime à mente uma forma própria através da qual vemos o mundo.
Ao atravessar um campo, um homem encontrou um tigre. Fugiu a sete pés, com o tigre atrás dele. À sua frente encontrou um precipício em que acabou por cair. Mas conseguiu agarrar-se à raiz de uma velha videira e ali ficou pendurado, com o tigre a cheirá-lo. Tremendo de medo, olhou para baixo e viu outro tigre, lá longe em baixo, que o esperava, cheio de apetite. Só mesmo a videira lhe estava a salvar a vida. Mas apareceram dois ratos, um branco e outro preto, que pouco a pouco começaram a roer a raiz da videira. Foi só nesse momento que se apercebeu que, mesmo ao pé da raiz, estava um morango apetitoso. Agarrando-se à videira com uma mão, colheu o morango com a outra. E nunca um morango lhe coube tão bem!
NENHUM SER HUMANO PODE ENCONTRAR A FELICIDADE ENQUANTO A SEU LADO EXISTIR O SOFRIMENTO DE OUTROS SERES !
Sim, porque como provavelmente é claro para a maioria das pessoas, tudo o que o ser humano faz, atrás do que corre, em troca do que ele acaba desgastando sua vida, nada mais é do que a busca da felicidade, da tentativa de ser feliz neste mundo. E para isso ele não mede esforços. Nada vê à sua frente. Abre mão de inúmeras coisas em troca de outras que ele, sabe lá por qual critério, definiu como sendo aquilo que o conduzirá à felicidade.
No entanto, à medida que vai conseguindo todas essas coisas, percebe que a tão sonhada felicidade não acontece, e então passa a desejar outras, e outras, e outras, e assim indefinidamente. E nesse processo, enquanto corre desesperadamente atrás da felicidade, quantas pessoas, animais, plantas, e o seu próprio meio ambiente ele sacrifica.
Nada que estorve seu projeto pode ficar no caminho. E ele a tudo afasta, sem se preocupar com o que está fazendo, e muito menos com as consequências do que está fazendo, para si e para os outros.
Kwan Yin Deusa da Compaixão
A felicidade só poderia realmente existir se todas as pessoas, todos os seres, pudessem participar dela. Se cada ser humano, cada animal, cada planta, cada mineral, são todos parte de uma única Essência Cósmica Universal, tudo o que acontece a uma dessas partes, reflete no Todo.
Assim, se somente alguns seres promovem o bem para si, esquecendo os demais, estão apenas acentuando o desequilíbrio da Grande Engrenagem do Universo. Para que fosse possível a ocorrência da felicidade, esta deveria abranger todos os seres, quando então não haveria qualquer tipo de desequilíbrio ou desarmonia.
As pessoas sonham coisas diferentes. Portanto, para falar em felicidade, devemos sair do âmbito do material. Felicidade tem que ser algo comum a todos.
Nesse sentido, não pode estar ligada a coisas materiais, mas sim e tão somente ao processo de autodesenvolvimento do indivíduo, quando então cada ser descobre efetivamente a sua Essência Divina, e a partir daí lhe são reveladas as leis que deverão nortear, a partir de então, seus pensamentos, atitudes e ações.
Essas leis é que são comuns. E só a partir de objetivos comuns, e leis comuns a todos, é que pode haver uma só direção, é que todos podem chegar ao mesmo lugar.
Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz Onde houver ódio, que eu leve o amor Onde houver ofensa, que eu leve o perdão Onde houver discórdia, que eu leve a união Onde houver dúvida, que eu leve a fé Onde houver erro, que eu leve a verdade Onde houver desespero, que eu leve a esperança Onde houver tristeza, que eu leve a alegria Onde houver trevas, que eu leve a luz
Ó mestre, fazei que eu procure mais Consolar, que ser consolado Compreender, que ser compreendido Amar, que ser amado Pois é dando que se recebe É perdoando que se é perdoado E é morrendo que se vive para a vida eterna
O Buddha estava perto de um lago no Monte Grdhakuta e tinha se preparado para dar um sermão aos seus discípulos que estavam se juntando alí para ouví-lo falar.
Enquanto o Santo Senhor esperava seus estudantes se acomodarem, notou um lótus dourado florescendo na água lamaçenta ali perto. Ele puxou a planta da água - flor, longo caule e raiz. Então a segurou bem alto para que todos os estudantes a vissem. Por um longo tempo ele ficou lá, sem dizer nada, apenas segurando o lótus e olhando nas faces perplexas da sua audiência.
De repende seu discípulo, Mahakashyapa, sorriu. Ele entendeu!
O que Mahakashyapa entendeu? Todos querem saber. Por séculos todos têem perguntado, "Qual é a mensagem que o Buddha passou para Mahakashyapa?"
Algumas pessoas dizem que a raiz, o caule e a flor representam os Três Mundos: submundo, terra e céu, e que o Buddha estava dizendo que tinha toda a existência na palma de sua mão. Pode ser.
Alguns dizem que ele estava revertendo o Grande Mantra, "Mani Padme hum." A Jóia está no Lótus. Quando o Buddha segurou a flor em sua mão, o Lótus estava na Jóia. Hmmmm.
Há quem diga que a raiz, o caule e a flor significavam a base, coluna e a coroa do lótus de mil pétalas do sistema Chakra Yoga e que ao levantar a planta ele estava recomendando aquela disciplina. Outros dizem que poderia facilmente indicar o resultado daquela disciplina, a realização Trinitariana: como o Buddha era Pai e Mãe, ele era também o Filho - o Nascido do Lótus e que segura o Lótus, Maitreya, o Buddha Futuro, o Julai! Hmmmmm. É certamente algo para se pensar!
No Chan nós não temos certeza de muitas coisas. Nós só realmente sabemos uma: a Iluminação não vem com um dicionário! A ponte para o Nirvana não é feita de frases. Como o velho Mestre Lao Zi escreveu, "O Tao do qual se pode falar não é o Tao sobre o qual queremos falar."
Então o Buddha falou em silêncio, mas o que ele disse?
Talvez estivesse dizendo, "Da lama do Samsara o Lótus cresce puro e imaculado. Transcenda a consciência do ego! Seja Um com a flor!"
Vejam só! O Buddha deu uma aula e ninguém teve que tomar notas.
Reflita sobre o padrão básico de nossa existência. Para fazer mais do que apenas sobreviver, precisamos de abrigo, comida, companhia, amigos, respeito dos outros, recursos e tudo mais — essas coisas não surgem apenas de nós mesmos, são todas dependentes dos outros.
Suponha que uma pessoa fosse viver sozinha em um lugar remoto e desabitado. Não importa quão forte, saudável ou educada seja, não haveria possibilidade de ela levar uma existência feliz e satisfatória. [...] Poderia tal pessoa ter amigos? Adquirir fama? Poderia se tornar um herói se quisesse? Acho que as respostas para todas essas perguntas é um definitivo não, porque todos esses fatores só surgem em relação a outros companheiros humanos.
Quando você é jovem, saudável e forte, às vezes tem a sensação de ser totalmente independente, de não precisar de ninguém. Mas isso é uma ilusão. Mesmo na flor da idade, simplesmente por ser humano, você precisa de amigos, não? Isso é especialmente verdade quando fica velho e precisa contar mais e mais com a ajuda dos outros. Essa é a natureza de nossas vidas como seres humanos.
Em pelo menos um sentido, podemos dizer que as outras pessoas são realmente a principal fonte de todas as nossas experiências de alegria, felicidade e prosperidade, e não apenas em relação a nossas interações diárias. É possível ver que as experiências desejáveis que cultivamos dependem da cooperação e interação com os outros; é um fato óbvio.