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23 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- O ÚLTIMO DISCURSO


O Ultimo Discurso

Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio ... negros ... brancos.
Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar ou desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover todas as nossas necessidades.
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma do homem ... levantou no mundo as muralhas do ódio ... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, emperdenidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas duas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
A aviação e o rádio aproximaram-se muito mais. A próxima natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem ... um apelo à fraternidade universal ... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhões de pessoas pelo mundo afora ... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas ... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: "Não desespereis!" A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia ... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem os homens, a liberdade nunca perecerá.
Soldados! Não vos entregueis a esses brutais ... que vos desprezam ... que vos escravizam ... que arregimentam as vossas vidas ... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como um gado humano e que vos utilizam como carne para canhão! Não sois máquina!
Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar ... os que não se fazem amar e os inumanos.
Soldados! Não batalheis pela escravidão! lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas é escrito que o Reino de Deus está dentro do homem - não de um só homem ou um grupo de homens, mas dos homens todos! Estás em vós! Vós, o povo, tendes o poder - o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela ... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto - em nome da democracia - usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo ... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.
É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos.
Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontres, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo - um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergues os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos.
Charles Chaplin
* dedicado à Anabela.4f

22 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- SE EU QUISER FALAR COM DEUS


Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que aceitar a dor
Tenho que comer o pão
Que o diabo amassou
Tenho que virar um cão
Tenho que lamber o chão
Dos palácios, dos castelos
Suntuosos do meu sonho
Tenho que me ver tristonho
Tenho que me achar medonho
E apesar de um mal tamanho
Alegrar meu coração
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que me aventurar
Tenho que subir aos céus
Sem cordas pra segurar
Tenho que dizer adeus
Dar as costas, caminhar
Decidido, pela estrada
Que ao findar vai dar em nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Nada, nada, nada, nada
Do que eu pensava encontrar
   
                                        Namastê!

21 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- É SÓ O AMOR


Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.

20 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- O BOM SAMARITANO


E eis que se levantou um certo doutor da lei para o pôr á prova, com esta pergunta:
"Mestre, que hei de fazer para alcançar a vida eterna?
Respondeu-lhe Jesus: "Que está escrito na Lei? como é que lês?"
Tornou aquele:
"Amarás ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração.
de toda a tua alma, de todas as tua forças e de todo a tua emente;
e a teu próximo como a ti mesmo."
"Respondeste bem - disse-lhe Jesus - Faze isto e terás a vida".
Ele, porém, quis justificar-se e perguntou a Jesus: "E quem é o meu próximo?"
Ao que tomou a palavra e disse: "Descia um homem de Jerusalém a Jerico, e caiu nas mãos dos ladrões, que o despojaram, cobriram de feridas e, deixando-o meio morto, se foram embora.
Casualmente descia um sacerdote pelo mesmo caminho; viu-o - e passou para o outro lado.
Igualmente, chegou ao lugar um levita; viu-o - e passou para o outro lado.
Chegou perto dele também um Samaritano, que ia de viagem; viu-o - e moveu-se a compaixão; aproximou-se, deitou-lhe óleo e vinho nas chagas e ligou-as; em seguida, fê-lo montar em seu
jumento, conduziu-o a uma hospedaria e teve cuidado dele.
No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo: Tem cuidado dele, e o que gastares a mais pagar-to-ei na volta.
Qual destes três se houve como o próximo daquele que caíra nas mãos dos ladrões?"
"Aquele que lhe fez misericórdia" - respondeu o doutor.
Tornou Jesus "Vai e faze tu o mesmo".

19 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- OH HAPPY DAY/ AQUARIUS(HAIR)


                                                                   Namastê!

18 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- AEROSMITH

                                                          
                                                                     Namastê!

17 de abr de 2011

YOGA BRAZIL --- GU ZHENG



A modern guzheng A guzheng moderna
The guzheng , also spelled gu zheng or gu-zheng ( Chinese : 古箏 ; pinyin : gǔzhēng , with gu meaning "ancient"); and also called zheng ( ) is a Chinese plucked zither . O guzheng, também escrito ou Zheng Gu gu-Zheng ( China : 古筝 ; pinyin : gǔzhēng, com gu que significa "antigo"), e também chamado Zheng ( ) é um chinês arrancou cítara . It has 13-21 strings and movable bridges. Tem 13-21 cordas e pontes móveis.
The guzheng is a similar instrument to many Asian instruments such as the Japanese koto , the Mongolian yatga , the Korean gayageum and the Vietnamese đàn tranh . O guzheng é um instrumento semelhante a muitos instrumentos asiáticos como o japonês koto , o mongol yatga , o coreano gayageum e os vietnamitas tranh Djan .
The guzheng should not to be confused with the guqin (another ancient Chinese zither but a fewer number of strings and without bridges). O guzheng não deve ser confundido com o guqin (outro cítara chinesa antiga, mas um menor número de cordas e sem pontes).
                                                                 Namastê!